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Lembranças Sonoras

" A primeira vez que ouvi rádio foi fantástico!

Fiquei totalmente fascinado. Foi de outro mundo".

Possivelmente você nem tenha parado pra pensar em como seus bisavós, avós e até mesmo pais conseguiram viver sem TV a cabo, internet entre outras modernidades. Durante muito tempo as pessoas se reuniram em volta de uma 'caixinha mágica' chamada rádio, esperando a sua tão amada radionovela ou então as notícias da guerra que chegariam a qualquer momento. Para saber um pouco mais sobre a história deste veículo que fascinou a tantos, nada como bater papo com alguém que vivenciou a era de ouro radiofônica. Após um descontraído almoço de domingo em família, sentado à beira da mesa descascando uma laranja como de costume, começo minha conversa com meu avô, Geraldo Rodrigues de Caires. Rodeado pelos filhos e com a mão na cabeça, como se tentasse puxar da memória as lembranças que ficaram para trás, ele relatou a importância do rádio em sua vida. Em 1929 na cidade de Tauape (BA), Geraldo nasceu.

(Tauape fica próximo à cidade de Caculé)

 Com aproximadamente vinte anos mudou-se para  Osvaldo Cruz (SP) atrás de emprego. Alguns anos depois foi para Paraguaçu Paulista (SP) onde se casou e teve quatro filhos. Seu primeiro contato com o rádio foi entre os anos de  1947/48. Na época Geraldo residia na zona rural de Caculé (BA). Um homem que morava na cidade tinha um rádio e à noite as pessoas se reuniam na casa dele para ouvir  as duplas sertanejas: Torres e Florença, Alvarenga e Ranchinho que eram um dos principais. Mais tarde quando foi morar em Osvaldo Cruz ouvia a tão famosa: " A Voz do Brasil ". Como o aparelho de rádio não era dele não podia escolher o que ouvir, mas gostava muito de programas musicais e radiojornalismo (Repórter Esso- importante programa jornalístico da época). No ano de 1957 adquiriu seu primeiro aparelho de rádio, do qual lembra até a marca, um RCA Vitor. Dentre as emissoras que mais escutava estavam a Bandeirantes, Tupi e Nacional. O horário da radionovela era de tamanha importância que "ninguém piava" enquanto escutavam a transmissão feita pela Rádio Tupi, do Rio de Janeiro. Com a chegada da televisão o rádio perdeu lugar entre os ouvintes, mas Geraldo afirma que ainda ouve dois jornais pelo rádio e ressalta que o veículo foi de extrema importância, pois abria as portas do mundo aos seus ouvintes.

Paula Rodrigues

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 Após um longo período sem atualizar o " Espaço da Paula " pretendo voltar com algumas novidades. Espero que tenham gostado desse primeiro texto. Façam seus comentários, deixem dicas e críticas para que assim as melhorias necessárias possam ser feitas.

 Beijo grande para todos que passarem por aqui!!

 Ótima Semana...Até!!

 

 

 

 

 

 



- Postado por: Paulinha Alessandra às 01h18
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Instantes*

A gente acaba percebendo que realmente sente falta das pessoas que estão ao nosso redor, quando ficamos longe delas. Uma das piores coisas que estou aprendendo, e da pior maneira a enfrentar, é a saudade. Tanto da família, quanto dos amigos, da minha casa, da minha antiga rotina.
Muitas vezes fico pensando que poderia ter uma máquina do tempo. É daquelas que a gente vê em filmes...pra poder me transportar de volta a certos episódios da minha vida que foram de certa maneira excelentes.
Penso então que deveríamos ter um controle remoto poderoso, no qual pudéssemos pausar os bons momentos e passar bem rapidinho aqueles que atacam a gastrite.
Há aqueles que defendem a tese de que crescer sempre é bom, pois aprendemos muitas coisas e tudo isso...mas eu ainda realmente não sei.
Mas uma das coisas que não posso de maneira alguma me queixar, são dos momentos que vivi, das pessoas que conheci, das amizades que construi durantes esses dezenove anos...e olha que são quase vinte!
Mas de uma coisa tenho certeza: depois de todas essas mudanças e reviravoltas que a vida nos impõe de certa maneira, não há nada, mas NADA mesmo melhor do que :
abraçar aquelas pessoas que temos saudade, voltar pra casa e ser recebido com muitaaa alegria e saber que sempre vai ser ótimo rever os amigos. E não há dinheiro nenhum no mundo inteiro que pague!

[Paula Rodrigues]

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- Postado por: Paulinha Alessandra às 00h40
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Sonho

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Nem toda palavra é
Aquilo que o dicionário diz
Nem todo pedaço de pedra
Se parece com tijolo ou com pedra de giz

Avião parece passarinho
Que não sabe bater asa
Passarinho voando longe
Parece borboleta que fugiu de casa

Borboleta parece flor
Que o vento tirou pra dançar
Flor parece a gente
Pois somos semente do que ainda virá

A gente parece formiga
Lá de cima do avião
O céu parece um chão de areia
Parece descanso pra minha oração

A nuvem parece fumaça
Tem gente que acha que ela é algodão
Algodão às vezes é doce
Mas às vezes é doce não

Sonho parece verdade
Quando a gente esquece de acordar
E o dia parece metade
Quando a gente acorda e esquece de levantar
Ah! E o mundo é perfeito!
Hum... E o mundo é perfeito!
E o mundo é perfeito!

Eu não pareço meu pai
Nem pareço com meu irmão
Sei que toda mãe é santa
Mas a incerteza traz inspiração

Tem beijo que parece mordida
Tem mordida que parece carinho
Tem carinho que parece briga
Tem briga que aparece pra trazer sorriso

Tem sorriso que parece choro
Tem choro que é pura alegria
Tem dia que parece noite
E a tristeza parece poesia

Tem motivo pra viver denovo
Tem o novo que quer ter motivo
Tem aquele que parece feio
Mas o coração nos diz que é o mais bonito

Descobrir o verdadeiro sentido das coisas
É querer saber demais
Querer saber demais

Sonho parece verdade
Quando a gente esquece de acordar
E o dia parece metade
Quando a gente acorda e esquece de levantar
Mas sonho parece verdade
Quando a gente esquece de acordar
E o dia parece metade
Quando a gente acorda e esquece de levantar
Ah! E o mundo é perfeito!
Mas o mundo é perfeito!
O mundo é perfeito...

[Teatro Mágico]

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- Postado por: Paulinha Alessandra às 21h39
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Pratododia

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Como arroz e feijão,
é feita de grão em grão
Nossa felicidade

Como arroz e feijão
A perfeita combinação
Soma de duas metades

Como feijão e arroz
que só se encontram depois de abandonar a embalagem
Mas como entender que os dois
Por serem feijão e arroz
Se encontram só de passagem

Me jogo da panela
Pra nela eu me perder
Me sirvo a vontade, que vontade de te ver

O dia do prato chegou é quando eu encontro você
Nem me lembro o que foi diferente!
Mas assim como veio acabou e quando eu penso em você
Choro café e você chora leite

[Teatro Mágico]

 

__________________

Feliz Dia das Mães a todas as mamães!!! Especialmente pra minha. Mãe TE AMO*

 




- Postado por: Paulinha Alessandra às 12h41
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